“Tac ao tac” (20/05/1972)
“Tac au tac” (21/101972)
“Tac au tac” (30/9/1972)
O inigualável desenhista de “Storm” e “Trigan empire”.
O inigulável desenhista de “Storm” e “Trigan empire”.
“Industrial Light & Magic asked us to do a water splash test for them. Thrilled by the challenge we threw ourselves at it helped by Maya, Houdini, Naiad, Renderman, V-ray and a few other tricks – this is the result … we hope you and ILM likes it! … we do
“
“Ghost VFX provides visual effects for commercials and feature film. Ghost started in 1999 by three friends and all former LEGO employees. Today those three guys are still friends and the company has grown to about 50 talented people. If you want to follow what we do please visit our facebook page on facebook.com/ghostvfx or subscribe to our newsletter by clicking here: eepurl.com/gkLCT “
A Ghost é de Compenhagen, Dinamarca.
Muita gente torceu o nariz. Mas por um instante pense diferente. Se pegar o FCX, se prepara editor, edição/montagem mesmo, será mais do que operar software, e será saber de fato a montar/editar (algo que não é só TV que responde, Cinema tem muita bagagem e nunca parou de desenvolver, audiovisual é o mundo, tem muita inovação legalzuda que uns não engolem, e ritmo não é só música que ensina). Enfim, vendo de outro ângulo, qualquer um pode passar a operar software pro, mas fazer edições competentes, só quem sabe fará. Pegando, traça-se de vez a linha entre editeiros e editores. Dá pra torcer, sim, e mandar pros quinto o romantismo tecnológico – desde que aguente o tranco pro sem avacalhar com a vida do pro (que ambiente nenhum é pro se não tiver ser humano pro fazendo ele assim).
Agora pra cine memo, dizem… e cobram conforme: pela bagatela de 20 mil doletas você leva a sua (e você pode pensar em Red One, pois chegou no patamar). Mas nada de 4K – meio cinema, né Canon? Tudo bem, tem uns presets pimposos, interligando melhor set e pós, só que tá muito com cara de upgrade tecnológico; mas agora, voltado pra cine. Então tá. Não é bem uma novíssima câmera; soa como se a Canon tivesse vendido pacas a versão beta nas 7D e 5D. Miraculum merx. Pense em custo-benefício e consulte a concorrencia.
“Vemos o crescimento da produção 3D e de projetos de pós ao redor do mundo”, disse Charlie Dunn, vice-presidente executivo de produtos Grass Valley. “Agora qualquer um que trabalha em um sistema Edius pode imediatamente adicionar capacidade de pós 3D para seu arsenal de ferramentas de produção e gerar novas receitas, expandindo a sua base de clientes.”.
James Cameron e Vince Pace da Cameron | Pace Group e da Grass Valley se aliaram em setembro passado objetivando a expansão do uso do 3D na indústria do Broadcast nediante desenvolvimento de tecnologia.
É parte dos planos da CPG a atual revisão do conjunto de ferramentas do Edius 3D. Não só. Trata-se também de incorporá-lo em vivo workflow 3D, segundo o fabricante.
Se alguns softwares de edição até pouco tempo atrás, só conversavam com sua própria linha de produtos (restringindo o workflow, muitas vezes – e mecanizando execssivamente um processo criativo e humano), o Edius é mais um que dá indicativos de ampliar suas possibilidades de trabalho congênere. Algumas atualizações nas últimas versões já estavam quebrando barreiras para um workflow mais maleável em possibilidade de estrutura gerencial-criativa: por que não estratégica e transmidiática(?); Direção, Produção e Montagem alienadas das novas realidades de pós, começarão a fazer filmes parciais. Algo muito maior que projeções 3D, até o momento, nada muito mais que um feature de produto de cinema high concept.
Múltiplas novas possibiliades surgindo com o cinema digital; não convém recorrer ao sistema fabril de montagem hollywoodiana dos anos 1930/1940. Trata-se de realidade que tem fornecido melhorias não só no que o software faz, mas como ele serve à criatividade humana (e criativamente, muitos ainda não sabem como usar… ótimo!). A pós-produção é algo que incrementa e se sofistica não como algo de parafernália geek; sabendo os profissionais como utilizar, pode-se intuir uma renovação cinematográfica que uma melacólica frustração já dava adeus. Agora é lá – e não fascinando-se pela digitália, mas manuseando-a por concepções cinematográficas prévias nada fundamentalistas. E de lá, o contrafluxo pode sim dar novo fôlego à produção, pré e criação.
Agora em dezembro uma prévia de 30 dias do Edius 3D estará disponível on-line para fins de teste.
